O dia em que a Microsoft se tornou mais inovadora que a Apple

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  A rivalidade entre a Microsoft e a Apple é uma das mais antigas da Tecnologia. Vem do início da massificação da computação pessoal. Altura em que a Apple estava (e está) apostada em dominar o ecossistema por completo e a Microsoft a impor o Windows ao mundo. Estratégias que derivam da génese de ambas as empresas: a Apple com um pé no hardware e outro no software; a Microsoft com os dois pés no software e um dedo mindinho no hardware (ratos, teclados e Webcams sempre foram desenhados pela empresa de Bill Gates).

Se, no princípio, a estratégia da Microsoft parecia mais acertada com o Windows a chegar a quase a 90% dos computadores do planeta e com o resgate que Gates fez à Apple em 1995 (quando injetou milhões na empresa do desgastado Steve Jobs em troca da entrada do Office no Macintosh); a balança acabou por pender para o malogrado Jobs quando o iPhone e o iPad (e o ecossistema de apps inerente) catapultaram a Apple que chegou a ser, por várias vezes, a empresa mais valiosa do mundo.

  Nos últimos cinco anos a Microsoft correu atrás do prejuízo e reinventou-se. Apostou claramente nos serviços, direcionou-se para a Nuvem (para os serviços baseados em tecnologias de Internet) e para a mobilidade. Pelo meio comprou e desmantelou a Nokia para tentar ganhar quota no mercado da mobilidade dominado pela Google e pela Apple. Não correu bem e a empresa poderá deixar de produzir, no final deste ano, como pode verificar AQUI, os telefones Lumia (herdados dos tempos da Nokia) terminando assim a sua aventura como fabricante de smartphones.

A MICROSOFT É MAIS INOVADORA QUE A APPLE. SIM, É!

  Mas se aposta na Nokia não correu bem, não se pode dizer o mesmo sobre o caminho trilhado pelo Windows 10, pelo Office e pela, surpreendente, entrada da Microsoft no mercado dos fabricantes de computadores pessoais.

  Por partes. O Windows 10 foi o primeiro Windows gratuito. Uma estratégia de claro reforço de posição de mercado que levou a que, segundo números oficiais da Microsoft, mais de 400 milhões de dispositivos em 192 países estejam, hoje, a utilizar este sistema operativo. O Office, que estava preso ao computador pessoal, apareceu nas plataformas móveis e passou a integrar o iPad, o iPhone e os muitos milhões de dispositivos Android. Era o reflexo imediato da decisão da Microsoft em dar mais relevo a um sistema de subscrição em detrimento do já gasto modelo de licenciamento – utilizadores e empresas em vez de pagarem pela licença de utilização de uma versão do software, pagam uma subscrição para ter acesso, sempre, ao software mais atualizado.

  Depois, veio o Surface. O híbrido da Microsoft que junta o conceito de tablet e computador. Correu tão bem que no passado trimestre as vendas aumentaram 38%, como poder verificar AQUI. A Microsoft apostou, também, na Realidade Aumentada com o sistema Hololens e revelou-se uma das empresas melhor posicionadas para trazer os hologramas a empresas e a utilizadores individuais. Pode ver os revolucionários Hololens a funcionar NESTE VÍDEO OFICIAL.

  Sim, a Microsoft recuperava algum sex appeal. Enquanto isso, a Apple contratava os U2 para o lançamento do Apple Music, o serviço de streaming de música que já é um dos mais utilizados no mundo. Tim Cook, o CEO que substituiu Steve Jobs, mostrou uma série de iPhones e iPads que continuam a ser dos dispositivos mais rentáveis do mercado; e entrou nos relógios inteligentes com o Apple Watch que já é o relógio inteligente mais vendido do mundo. Além disso, o software continuou a evoluir. Sendo o Apple Pay (o sistema de pagamentos eletrónicos) e o HealthKit (plataforma para a criação de apps na área da saúde) os mais significativos.

Não há dúvida que as coisas correm bem a ambas as empresas, mas a semana passada, a Microsoft ganhou muitos pontos num dos pilares da Apple: o dos computadores pessoais.

  O filme é fácil de contar. Na passada quarta-feira, a Microsoft revelou o SURFACE STUDIO, um dispositivo que é, claramente, uma nova categoria de computador destinado aos produtores de conteúdos. Sim, para os designers, editores de vídeo, músicos e, entre outros, para os fotógrafos. Um habitat que escolhe computadores Mac. Além disso, a Microsoft mostrou a nova geração do Surface Book (um híbrido com design de eleição) e revelou que a próxima atualização do Windows 10 (Windows 10 Creators Update) vai facilitar a criação de objetos tridimensionais – incluindo hologramas que vão “ganhar vida” com os Hololens já referidos.

  Terminada a apresentação, a Internet rejubilou com o que viu e ficou em expectativa para o que a Apple poderia responder. Afinal, para o dia seguinte, estava marca a apresentação que serve de palco para a revelação dos novos Mac. E a responsabilidade da Apple ainda era maior porque se comemorava os 25 anos em que a empresa lançou o seu primeiro portátil. Muita pressão, mas nada a que a Apple não esteja habituada – afinal, todos os eventos da empresa são seguidos com muito interesse pelos analistas.

  É verdade que o evento dos Mac é sempre mais pequeno que o dos iPhone, mas o que vimos na semana passada chegou a ser confrangedor. Tim Cook abriu o evento com mais de 30 minutos de conversa sobre uma app que, dizia ele: “Vem mudar a forma como vemos TV”. Basicamente, “TV” (sim, é o nome da app) reúne uma série de serviços de TV numa única interface e faz sugestões de conteúdos consoante os gostos do utilizador – algo que as boxes dos serviços de TV em Portugal fazem há algum tempo. Depois deste início pouco auspicioso e de estar perante uma plateia muito pouco efusiva (se compararmos com outros eventos da marca), foram revelados os novos Macbook Pro que, como seria de esperar, são mais rápidos, mais leves e finos, e têm mais autonomia que a geração anterior. Mal seria se não fosse assim. A grande novidade é um barra tátil (que é um ecrã) onde os comandos vão surgindo consoante as aplicações que estão a ser utilizadas. Menus contextuais, portanto. E pronto. Foi isto!

  Relembro que este era o evento que marcava o 25º aniversário dos computadores portáteis da Apple. Curiosamente, os novos Macbook continuam a ter porta para auscultadores (a mesma que a empresa “matou” nos iPhone) e há, agora, duas versões com ecrãs de 13 polegadas. Uma tem a tal barra tátil de menus e outra, mais barata, não. Para gerar mais confusão junto do público-alvo do Macbook Pro, a Apple acabou com o leitor de cartões SD (muito usado por quem faz fotos e vídeos). Ah! E ainda não foi desta que foi lançado um Macbook com ecrã tátil.

Moral da história: em dois dias a Microsoft tornou-se uma empresa inovadora e a Apple deixou de ser a que “pensa diferente” (slogan histórico da empresa).

  Mas o que quer isto dizer para o portefólio da Apple? Estará a empresa tão focada no iPhone e no iPad (o iPad Pro quando foi apresentado chegou a ser anunciado como um substituto do computador portátil) que só existe espaço para estes dispositivos na sua estratégia de futuro? Sim, acredito que sim. Quando a Apple entrar em tecnologias como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual, o dispositivo de eleição será sempre o iPhone e nunca o Mac. E isso ficou mais claro que nunca depois da apresentação da semana passada.

  O problema é que as vendas do iPhone estão a baixar. Os resultados financeiros mais recentes mostram uma quebra de 5% (comparado a período homólogo) NESSA ÁREA. E quando já não tiver a capacidade de inovar, que, realmente, parece perdida, e o iPhone não for o motor de faturação… o que será da Apple? É verdade que a empresa tem muito dinheiro em caixa para gastar, mas não pode faltar-lhe o engenho. É por todas estas razões, e por muitas mais, que o iPhone 8 se assume cada vez mais importante no futuro da empresa norte-americana. Para o ano, quando Tim Cook o revelar ao mundo, o iPhone terá de ser capaz de recuperar o fator “Uau!” que sempre foi característico da Apple. Caso contrário, teremos, todos, a certeza que a inovação deixou de fazer parte do ADN da empresa.

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Guia para compra de carregadores para portátil

  O carregador de um portátil não é apenas um acessório que permite carregar a bateria do mesmo ou fornecer energia para o mesmo.

O carregador, tem outras funcionalidades tais como proteger o equipamento de picos de corrente bem como fornecer a quantidade de energia eléctrica necessária ao bom funcionamento do seu portátil.

Utilizar um carregador com voltagem/amperagem erradas, poderá danificar a bateria ou até mesmo o seu portátil.

Sempre que necessitar de comprar um novo carregador deverá ter em atenção os seguintes pontos:

1 – Verifique quais os requisitos energéticos do seu portátil.

O carregador portátil deve ser capaz de fornecer energia suficiente para o portátil. A alimentação é especificada no número de Watts ( W ), por exemplo, 65W ou 90W.
Importante: Deverá utilizar sempre um carregador com potência igual ou superior ao que o portátil requer. Por exemplo, um portátil que utilize um carregador de 90W você pode usar um carregador de 90W ou 120W, mas não um adaptador de 70W.
Os requisitos de energia são geralmente especificados em Watts ( W ) no carregador original que acompanhou o seu portátil no acto da compra.
Ver a imagem 1. As potências mais comuns são 65W e 90W.
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Quando a potência de saída só é especificada em Volts (V) e ampères (A), multiplicar esses valores para obter a potência em watts ( W ). Na imagem 1, a potência de saída é a seguinte: 18,5 V x 3,5 A = 64,75 W (arredondado para 65 W).
Se já não tem o carregador original ou o mesmo já não tem a etiqueta com os dados necessários, contacte-nos ou contacte o fabricante do seu portátil para poder obter os dados necessários.
2 – Verificar a compabitilidade da voltagem (V)
Apesar de a maioria dos computadores portáteis actuais terem protecção contra isso, utilizar um carregador com uma voltagem muito alta poderá danificar o seu portátil, já no caso de ser demasiado baixa poderá não conseguir fornecer energia suficiente para que o mesmo funcione correctamente.
Poderá verificar se a voltagem do novo carregador é a correcta, verificando a etiqueta do mesmo ou nas especificações do fabricante, no caso dos carregadores universais, usualmente tem um interruptor onde poderá ser regulada a voltagem a utilizar.
3 – Saber se o carregador é o correcto para o meu portátil
A maioria das marcas utiliza apenas dois ou três modelos de carregadores em toda a sua linha de portáteis, pelo que se as especificações energéticas estiverem correctas e a ponta do carregador encaixar correctamente no seu computador portátil, não haverá qualquer tipo de problema. Significa também que o portátil pode ser da marca “x” e o carregador de marca “y”, não afectando o bom funcionamento do mesmo.
Para comprar o seu novo carregador, poderá verificar a nossa loja na secção de carregadores para portáteis, dispomos de carregadores compatíveis e carregadores originais para todas as marcas e modelos do mercado.
Se não encontrar o seu modelo ou marca listado no nosso website ou tiver dúvidas acerca da compatiblidade com o seu portátil, entre em contacto connosco de modo a que o possamos ajudar na aquisição do carregador correcto para o seu portátil. Não compre sem ter a certeza que é mesmo compatível com o seu modelo.
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Assistente virtual da Microsoft está a aprender quatro novas línguas

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“Hola, soy Cortana”. “Ciao, sono Cortana”. “Bonour, je suis Cortana”. “Hallo, ich bin Cortana”. São frases que podem agora ser ditas pelos telemóveis da Microsoft. Espanha, Itália, França e Alemanha juntaram-se ao restrito leque de países para os quais existe uma versão da Cortana, uma aplicação da Microsoft que funciona como uma assistente pessoal com inteligência artificial.

Nestes quatro países, porém, a assistente estará disponível apenas para criadores de aplicações que tenham aderido ao programa de desenvolvimento de aplicações para Windows Phone, um passo que antecede uma disponibilização mais alargada – a qual, por ora, não tem data marcada.

A Cortana – o nome é inspirado numa personagem feminina dos jogos de computador Halo, também da Microsoft, e a empresa refere-se à aplicação como sendo uma “ela” – inclui reconhecimento de voz, o que significa que a expansão para novos mercados implica que a aplicação domine a língua de cada país.

“Precisamos de ajuda da comunidade [de criadores de aplicações] para que usem e falem com a Cortana, de forma a melhorar os modelos de reconhecimento de discurso e linguagem para cada nova língua”, explicou a Microsoft, num comunicado

A versão agora disponível em França, Espanha, Alemanha e Itália está ainda numa fase alfa: tem muitas funcionalidades em falta e deverão ser esperadas falhas. A informação sobre transportes públicos, por exemplo, só existe para as grandes cidades. Também não será para já possível fazer perguntas sobre informação do estilo enciclopédia (“Qual a altura do Monte Evereste?”), nem seguir voos de companhias aéreas, como é possível fazer na versão para os EUA. Contudo, percebendo o interesse europeu pelo futebol, a Cortana saberá dar informação sobre a liga principal de cada um daqueles países.

Para além daqueles quatro países, a aplicação, semelhante à Siri, da Apple, só está disponível nos EUA, onde se estreou este ano com uma versão mais completa, bem como no Reino Unido e na China, ainda em fase beta.

A Microsoft parece também estar a trabalhar para integrar a assistente virtual na próxima versão do Windows para computadores e tablets, o Windows 10, que chega ao mercado no final do próximo ano. Uma versão de testes da Cortana para Windows foi divulgada na sexta-feira no site WinBeta, uma publicação com 16 anos e dedicada inteiramente à Microsoft. Não há informação oficial por parte da empresa sobre esta versão para Windows.

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Conheça o futuro do gaming portátil: HP Omen é o nome

Associar a Hewlett-Packard a equipamentos dedicados para jogos não é algo que aconteça com muita frequência, mas a empresa norte-americana apresentou um portátil que pode rivalizar com alguns dos nomes mais conhecidos do mercado.

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A imprensa internacional quando faz referência ao novo computador da HP, o Omen, faz também referência a uma outra máquina: o Razor Blade. Isto porque parece claro que este é o alvo a abater por parte do novo portátil da Hewlett-Packard que pegou em especificações técnicas topo de gama e deu-as aos antigos funcionários da Voodoo – empresa de laptops de gaming que foi comprada em 2008.

Ecrã de 15,6 polegadas, sensível ao toque e com resolução Full HD, processador Intel Core i7 de última geração, 8GB de memória RAM, 128GB de armazenamento em SSD e placa gráfica NVIDIA GTX 860M com 2GB dedicados.

Esta configuração, que pode ser adquirida por 1.500 dólares, cerca de 1.195 euros, pode sofrer alterações. Os interessados podem aumentar o armazenamento até 512GB e duplicar a RAM para os 16GB.

Apesar de a placa gráfica não estar entre as mais avançadas do mercado, o computador não deixa de ser uma opção válida para quem procura uma ponte entre a portabilidade e poder de jogo.

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Mas o ponto onde o HP Omen parece destacar-se é ao nível do design. Os portáteis de gaming são tradicionalmente grossos e robustos, enquanto o equipamento hoje apresentado, 4 de novembro, chega a apresentar uma espessura mínima de dois centímetros. O corpo metálico em preto mate ajuda a conferir um aspeto sóbrio ao equipamento.

Quem quiser dar mais alguma vida ao equipamento terá à sua disposição um teclado retroiluminado que pode ter até seis sistemas de iluminação diferentes – para ajudar a identificar grupos de teclas ou teclas de atalho.

Também o sistema de som do portátil, localizado nas laterais do equipamento e com a chancela da Beats, dão mais algum dinamismo ao Omen.

Este é o segundo anúncio “surpresa” que a HP faz no espaço de uma semana, isto depois de ter apresentando também um renovado computador desktop que pode colocar em causa a existência do rato e do teclado: conheça aquele que pode ser o futuro dos PCs, o HP Sprout.

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Imprimir para o Microsoft XPS Document Writer

  O Gravador de Documentos XPS permite-lhe criar ficheiros .xps utilizando qualquer programa com função de impressão no Windows. Imprima para o Gravador de Documentos XPS quando quiser criar, enviar e partilhar ou publicar documentos que não queira que outras pessoas modifiquem ou quando quiser imprimir um documento ou visualizá-lo online, exactamente como aparece no ecrã. Também é aconselhável criar um documento XPS para ficheiros que contêm gráficos ou imagens, que podem ter um aspecto diferente quando são impressas ou quando são visualizadas online ou em computadores com monitores diferentes.

  Os documentos XPS são fáceis de partilhar, porque podem ser visualizados em qualquer computador com o visualizador XPS instalado, mesmo se o computador não tiver os mesmos programas que foram utilizados para criar os documentos originais. Para mais informações sobre documentos XPS, consulte Documentos XPS: perguntas mais frequentes ou visite o Web site de Especificação de Papel XML da Microsoft (esta página poderá estar em inglês).

Para imprimir para o Gravador de Documentos XPS

  1. Abra o documento ou ficheiro que pretende imprimir em formato .xps e, em seguida, clique em Imprimir. Na maioria dos programas, a opção de impressão está disponível no menu Ficheiro.

  2. Na caixa de diálogo Imprimir, seleccione Gravador de Documentos Microsoft XPS.

  3. Para ver o documento utilizando o Visualizador XPS depois de o imprimir, clique em Preferências, clique no separador Documentos XPS, certifique-se de que está seleccionada a caixa de verificação Abrir automaticamente documentos XPS utilizando o visualizador XPS e, em seguida, clique em OK.

  4. Clique em Imprimir para imprimir o documento ou ficheiro.

  5. Quando lhe for pedido, introduza um nome de ficheiro e navegue até à localização onde pretende guardar o ficheiro .xps. Clique em Guardar. Por predefinição, o Windows irá guardar os ficheiros .xps na pasta Documentos.

  Depois de imprimir o formato de ficheiro .xps, pode visualizar um documento XPS procurando por ele e abrindo-o. Pode imprimir uma cópia em papel, partilhar o documento XPS, ou enviá-lo para uma impressora comercial ou para outras pessoas, da maneira que preferir.

Sugestão

  •   Para ajudar a evitar problemas de segurança, pode anexar uma assinatura digital a um documento XPS antes de o enviar ou partilhar. A assinatura digital identifica o criador do documento XPS e ajuda a indicar para quem o vê se o documento foi modificado depois de ter sido assinado digitalmente. Também pode determinar quem pode visualizar o documento e durante quanto tempo, aplicando permissões antes de partilhar o documento.

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Computação Paralela – Parte I

Esta é a primeira parte de um estudo sobre a computação paralela :

  Computação paralela é uma forma de computação em que vários cálculos são realizados simultaneamente, operando sob o princípio de que grandes problemas geralmente podem ser divididos em problemas menores, que então são resolvidos em paralelo.

  Existem diferentes formas de computação paralela: em bit, instrução, de dado ou de tarefa. A técnica de paralelismo já é empregue por vários anos, principalmente na computação de alto desempenho, mas recentemente o interesse no tema cresceu devido às limitações físicas que previnem o aumento de frequência de processamento. Com o aumento da preocupação do consumo de energia dos computadores, a computação paralela tornou-se o paradigma dominante nas arquiteturas de computadores sob forma de processadores multi-núcleo.

  Computadores paralelos podem ser classificados de acordo com o nível em que o hardware suporta paralelismo. Computadores com multi-núcleos ou multiprocessadores possuem múltiplos elementos de processamento em apenas uma máquina, enquanto clusters, MPP e redes usam múltiplos computadores para trabalhar numa única tarefa. Arquiteturas paralelas especializadas às vezes são usadas junto com processadores tradicionais, para acelerar tarefas específicas.

  Programas de computação paralelos são mais difíceis de programar que sequenciais, pois a concorrência introduz diversas novas classes de defeitos potenciais, como a condição de corrida. A comunicação e a sincronização entre diferentes subtarefas é tipicamente uma das maiores barreiras para atingir grande desempenho em programas paralelos. O aumento da velocidade por resultado de paralelismo é dado pela lei de Amdahl.

  Tradicionalmente, o software tem sido escrito para ser executado sequencialmente. Para resolver um problema, um algoritmo é construído e implementado como um fluxo serial de instruções. Tais instruções são então executadas por uma unidade central de processamento de um computador. Apenas uma instrução pode ser executada de cada vez; após a sua execução, a próxima então é executada.

  Por outro lado, a computação paralela faz uso de múltiplos elementos de processamento simultaneamente para resolver um problema. Isso é possível ao quebrar um problema em partes independentes de forma a que cada elemento de processamento possa executar a sua parte do algoritmo simultaneamente com os outros. Os elementos de processamento podem ser diversos e incluir recursos como um único computador com múltiplos processadores, diversos computadores em rede, hardware especializado ou qualquer combinação dos anteriores.

  O aumento da frequência de processamento foi o principal motivo para melhorar o desempenho dos computadores em meados da década de 1980 a 2004. Em termos gerais, o tempo de execução de um programa corresponde ao número de instruções multiplicado pelo tempo médio de execução por instrução. Mantendo todo o resto constante. Aumentar a frequência de processamento de um computador reduz o tempo médio para executar uma instrução, reduzindo então o tempo de execução para todos os programas que exigem alta taxa de processamento (em oposição às operações em memória).

  Entretanto, o consumo de energia de um chip é dado pela equação P = C . V^2 . f, em que P é a potência desempenhada pelo processador, C é a capacitância sendo trocada por ciclo de clock (proporcional ao número de transistores cujas entradas mudam), V é a tensão e f é a frequência do processador (ciclos por segundo).

  A energia total gasta é obtida por E = P . t em que t é o tempo em que o processador ficou ligado. Aumentar a frequência significa aumentar a quantidade de energia usada num processador. Em 2004, esse aumento de consumo levou a Intel a cancelar os modelos de processadores Tejas e Jayhawk. Este acontecimento foi citado como o fim da frequência de processamento como paradigma predominante nas arquiteturas de computador.

  A lei de Moore é a observação empírica de que a densidade de transistores num microprocessador dobra a cada 18 a 24 meses. Apesar do consumo de energia e de repetidas previsões sobre o seu fim, ainda prevalece. Com o fim do aumento da frequência de processamento, esses transistores adicionais podem ser usados para adicionar hardware à computação paralela.

Em breve a Segunda parte..

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Apple e IBM anunciam aliança para o mercado empresarial

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  A norte-americana Apple, cujos aparelhos móveis são considerados como destinados ao grande público, vai aliar-se à IBM para entrar no mercado dos clientes profissionais.

Os dois grupos vão conceber em conjunto aplicações móveis, integrando tecnologias da IBM destinadas às empresas, para o telefone iPhone e para o tablet iPad.

 A IBM vai vender também iPhone e iPad com produtos adaptados especificamente para os clientes profissionais e propor serviços em linha para os aparelhos móveis da Apple.

 No seu comunicado conjunto, os dois grupos dizem querer “transformar a mobilidade na empresa com uma nova classe de aplicações profissionais”, levando a capacidades da IBM em termos de análise de grandes quantidades de informação (‘big data’) para os aparelhos da Apple.

 “Pela primeira vez, colocamos as capacidades de análise de ‘big data’ da IBM ao alcance dos utilizadores de iOS”, o sistema de exploração móvel da Apple, “o que abre uma grande oportunidade de mercado para a Apple”, comentou o director-geral do grupo que tem a maçã como símbolo, Tim Cook.

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YO – A aplicação de um milhão de dólares

Graças a um artigo no Financial Times, a aplicação Yo tornou-se num sucesso. Tudo porque permite, através do sistemas Android e iOS, dizer “yo” a um contacto. Foi criada em apenas oito horas e custou um milhão de dólares, mais ou menos 730 mil euros..

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Já disse “yo” (uma espécie de ‘olá’informal na língua inglesa) aos seus amigos hoje? Se ainda não o fez, pode descarregar uma aplicação para o telemóvel. Essa aplicação tem exatamente o mesmo nome, Yo, e tornou-se num sucesso depois de ter sido destacada num artigo do jornal Financial Times. Um sucesso que reside na simplicade e facilidade da aplicação. Depois de instalada, num smarphone com sistema Android ou iOS, só é necessário escolher  o contacto, que vai receber um “yo”, termo muito utilizado nos Estados Unidos.

 De acordo com o artigo publicado no jornal económico, a Yo demorou apenas oito horas a ser programada, numa operação que teve um custo de um milhão de dólares (cerca de 730 mil euros). A aplicação pode ser descarregada através do Google Play ou na loja da Apple. Não é necessário qualquer registo, nem ligação a outro serviço ou rede social.

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Como remover o vírus “MUDAR COR DO FACEBOOK” e outros

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  Nos últimos tempos o Facebook tornou-se num autêntico arco-íris. Várias foram as pessoas que ficaram infectadas e espalharam a mensagem de como mudar a cor do Facebook.

Nota: O Facebook é azul e não permite a mudança de cor, não caias mais nestes vírus. Aprende abaixo a remover os Vírus das cores e outros. Desconfia sempre quando um amigo te envia algo suspeito…

Não te esqueças de partilhar esta informação com os teus amigos e familiares.

1. Remover o aplicativo ”mudar cor do facebook” ou qualquer outro no Facebook

a) Primeiro vá à tua lista de aplicativos instalados e encontra a aplicação que está a gerar confusão e ou a propagar o vírus para os teus amigos. (são muitos apps que fazem isso, por isso o nome varia – REMOVES TODOS AS APPS QUE  NÃO USAS OU NÃO CONHECES), o link para aceder à lista é: https://www.facebook.com/bookmarks/apps.

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b) Clica no lápis ao lado da aplicação e em seguida em Remover aplicativo e Voilà! A aplicação já era… mas ainda não terminamos.

2. Remover o virus do teu navegador

Muitas vezes não basta apagar a aplicação no Facebook, ou na pior das hipóteses nem o vais encontrar na lista de aplicações. Nesse caso isso pode significar que o vírus pode estar no teu navegador.

a) Verifica as extensões, extras, aplicativos, e adons estranhos no teu navegador e elimina-os!
b) O mais importante é apagar os cookies do teu navegador.

3. Como apagar os cookies

a) Internet Explorer

Abra o Internet Explorer, vá no Menu Ferramentas e Depois em Opções da Internet , abra a Guia >Geral<, você verá algo como > Histórico de navegação< depois clique em >Configurações< marque a opção Cookies e elimine.

b) Firefox

No topo da janela do Firefox, clique no botão Firefox , vá para a aba Histórico do menu e seleccione Limpar Histórico Recente…. Em Limpar este período escolha Tudo. Clique na seta logo abaixo para abrir os Detalhes para mostrar a lista de itens do histórico. Seleccione Cookies e confira se os outros itens que você quer manter não estão seleccionados. Clique em Limpar Agora para excluir os cookies e feche a janela de Histórico Recente.

c) Chrome

Clique no menu do Chrome menu na barra de ferramentas do navegador. Seleccione Ferramentas. Seleccione Limpar dados de navegação. Na caixa de diálogo que aparece, seleccione as caixas de verificação para os tipos de informações que pretende remover. Para seleccionar a quantidade de dados que pretende eliminar, utilize o menu situado na parte superior. Seleccione desde sempre para eliminar tudo. Clique em Limpar dados de navegação.

d) Opera

No Opera, clique no menu Opera. Clique em Preferências. Clique na guia Avançado. Na coluna da esquerda, clique em Histórico. Na secção “Cache de disco”, clique em Esvaziar agora. Clique em OK para fechar Preferências.

e) Safari

Para apagar todos os cookies do Safari, toque em Definições > Safari > Limpar cookies e dados.

Pronto. À partida o vírus já era! Tem em atenção que deverás proceder e fazer os passos acima em todos os computadores onde a tua conta foi aberta ou utilizada.

ESTA INFORMAÇÃO É MUITO IMPORTANTE, partilha-a com os teus amigos e familiares. Infelizmente quem faz estes vírus são pessoas “muito espertas” e nem sempre os utilizadores sabem dar a volta à questão. Partilha no botão abaixo para evitarmos mais pessoas infectadas.

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Ballmer diz que Windows Vista é o seu maior arrependimento

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  Numa conferência realizada ontem em Oxford, Reino Unido, Steve Ballmer deu a conhecer alguns das dores existenciais que ficaram dos anos em que foi CEO da Microsoft. E entre as coisas que correram mal, há uma que se destaca de sobremaneira: «Diria que, provavelmente, a coisa de que mais me arrependo é termos andado perdidos às voltas na passagem do Longhorn para o Vista».

O Longhorn era o nome de código usado na versão de testes do Vista (2007) – que por sua vez não terá deixado muitas saudades entre os utilizadores… e terá tido mesmo dificuldade em impor-se como sucessor do XP.

Ainda no campo dos arrependimentos, Steve Ballmer destacou a ressurreição da Apple e a demora da resposta da Microsoft no segmento dos telemóveis e dos dispositivos pessoais: «Uma coisa de que me arrependo foi não termos sido rápidos a juntar hardware e software».

Computerworld fez uma miniviagem no tempo e recordou, em jeito de comparativo, as seguintes datas de lançamentos da Apple e da Microsoft: em 2007, a Apple avançou com o primeiro iPhone e em 2010 estreou o primeiro iPad; em 2010, a Microsoft reforça a aposta no hardware com o lançamento da Xbox, mas só em 2012, com o lançamento do Surface, marca posição na computação pessoal.

A estas datas deverá ser adicionada, em breve, a conclusão da compra da unidade de telemóveis da Nokia, por 7,4 mil milhões de dólares. Por essa altura, a Microsoft estará em posição de dizer que está no “clube” das marcas que produzem hardware e software para o segmento da computação pessoal.

Mas esta viragem levou tempo a concretizar-se – e a prova disso é que, mesmo no comparativo com a Samsung, a marca de Redmond revela um atraso de quatro anos.

Steve Ballmer faz as contas aos anos passados e revela que houve estratégias que simplesmente ficaram aquém das expectativas: «Estaríamos (A Microsoft) agora numa posição bastante mais forte no mercado dos telemóveis se pudesse mudar o que fizemos nos últimos 10 anos».

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